“Eu velejava em você
Não finja!
Como coisa que não me vê
E foge de mim…

(…)

Sua boca molhada
Seu olhar assanhado
Convite pra se perder
Minha alma cansada
Não faz cerimônia
Você pode entrar sem bater
Pois eu já velejei você
E foi bom de doer

Mas foi, como sempre, um sonho
Tão longe, risonho
Sinto falta,
Queria lhe ver…”

 

(Eduardo Dusek – Luis Carlos Góes)

 

 

 


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