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ORKUT X FACEBOOK

QUAIS AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS?

O Baixaki analisou as duas redes sociais e agora traz para você as principais características de cada.

Por Ana Paula Pereira  Em: 25 de Março de 2010

Atualmente é quase impossível pensar que a grande rede social da Google, “inaugurada” em 24 de janeiro de 2004 e nomeada segundo seu criador, um dia sequer imaginou alcançar o prestígio que possui. Hoje, o Orkut conta com cerca de 60 milhões de usuários cadastrados no mundo todo.

Entretanto, o glamour do Orkut é quase completamente voltado apenas para dois países: Brasil e Índia, respectivamente com 50,77% e 20,29% dos usuários da rede. O terceiro colocado, Estados Unidos, já se encontra com uma taxa bem menor: 17,74%.

Fundado em 4 de fevereiro de 2004, o Facebook conta atualmente com mais de 400 milhões de usuários cadastrados e destes, 100 milhões o utilizam também via celular. De todos os usuários ativos, ao menos metade efetua login na rede a cada dois dias no mínimo. Apenas 30% dos usuários do Facebook são moradores dos Estados Unidos.

No quesito popularidade, certamente você pôde observar que o Facebook está na dianteira e com uma grande folga com relação ao Orkut, que basicamente só é popular em dois países. O número de perfis falsos (“fakes”) também é muito maior no Orkut, visto que o Facebook possui uma política de monitoramento para tal mais severa, ao menos no quesito “fakes de pessoas reais”.

Interface principal

A organização de interface principal das duas redes, depois do lançamento do “Novo Orkut” no final de 2009 é muito semelhante. Antes, o Orkut era, ao menos em aparência, bem diferente do Facebook. Mesmo que recentemente a página principal do Facebook também tenha sofrido algumas alterações, ainda assim as aplicações continuam idênticas.

O Orkut Antigo

As principais diferenças estão na disposição dos elementos. Na página inicial do Orkut, as coisas são mais lineares. Você observa visitantes do perfil, logo abaixo sugestões de amigos e atualizações de perfil separadas em duas abas: atualizações de amigos e as do seu perfil, embora, as suas também apareçam na aba de amigos.

A “moldura” de página do Orkut não é alterada, mostrando seus amigos e comunidades tanto na página inicial quanto na de perfil. Na página inicial do Facebook estão presentes ao centro da aplicação, atualizações e notícias de seus amigos, grupos e páginas.

Ao lado esquerdo está a imagem do usuário, juntamente com um link para ver o perfil. Ainda nessa lateral estão disponíveis atalhos de acesso rápido para aplicativos, grupos, jogos, etc., e os amigos que estiverem online. Ao lado esquerdo você acessa sugestões de amigos e requisições de aplicativos.

A página de perfil do Orkut é mais voltada para informações pessoais do que a do Facebook. O Facebook divide sua página de perfil em três partes: “Wall” (com informações de atividades recentes do usuário, inclusive de aplicativos e recados de outras pessoas), “Info” (informações do usuário) e “Photos” (que abriga os álbuns propriamente ditos).

Página de perfil do Facebook

Por padrão, ao visitar um perfil, ele aparece aberto no “Wall”. Ao lado esquerdo estão algumas informações básicas do usuário juntamente com seus amigos, atalho para seus álbuns e links (integrados com outras páginas).

Dentro da seção de links é possível observar endereços de aplicativos externos que foram compartilhados pelo usuário, visto que o Facebook permite tal função para diversas páginas e serviços (como Fotolog, Flickr, Twitter, entre outros). A única integração possível para o Orkut, nesse sentido é o “Promova”, que permite publicar links externos caso a página da qual eles são oriundos possua o compartilhamento necessário.

Na página de perfil do Orkut, você observa informações básicas do usuário seguidas logo abaixo pelos dados preenchidos pelo dono do perfil no campo “Sobre”. Em seguida, aparecem os recados de outros usuários, atualizações e por último os depoimentos (não existe função semelhante no Facebook).

Página de perfil do Orkut

Em ambas as redes (embora no Orkut isso tenha aparecido a partir de 2008) há um campo dedicado ao “status” do usuário. Ele fica logo ao topo da página e é possível digitar um texto livre (com limite de poucos caracteres) que normalmente é utilizado para enviar frases com humor, atividade que esteja fazendo, etc. para seus amigos.

A maior diferença entre as duas aplicações no quesito “interface” certamente são os temas do Orkut. Embora recente, o Orkut agora permite mudar as cores do perfil e até mesmo adicionar um tema que preencha todo o fundo (com disponibilidade de vários tipos), enquanto no Facebook o usuário tem que ficar feliz com a aparência básica da rede.

Adicionar amigos

Esta função segue a mesma receita para as duas redes. Você pode adicionar pessoas a partir das sugestões de amigos exibidas no perfil ou buscando-as diretamente na rede. No Facebook também é disponibilizada uma opção interna na qual você informa seu email e ele procura por seus contatos na rede.

Aplicativos

Os aplicativos já eram coisa antiga no Facebook quando foram implementados como “uma grande novidade” no Orkut. Independente da rede, eles são responsáveis por grande parte da movimentação dos usuários.

O acesso aos aplicativos no Orkut é mais fácil, podendo ser feito pela aba ao lado das informações na própria página do perfil. Já no Facebook, se você não criar um atalho, tem que procurar a página do aplicativo cada vez que quiser utilizá-lo.

Jogo FarmVille: mais usuários que todo o Orkut!

Um dos aplicativos mais utilizados do Facebook atualmente é o famoso joguinho “FarmVille”, que, sozinho, possui mais usuários do que o Orkut (cerca de 83 milhões). Sua “aplicação irmã” no Orkut é o “Colheita Feliz”, que também já vem movimentando um grande número de adesões. Ainda assim, um dos mais utilizados no Orkut é o “BuddyPoke”.

O Facebook além de possuir um aplicativo idêntico ao “BuddyPoke” (inclusive com o mesmo nome), também conta com uma série de outras aplicações que (em separado) podem exibir seu humor, enviar corações, guerras de travesseiros, entre outras coisas do gênero.

BuddyPoke, o queridinho dos usuários do Orkut

Comunidades x Grupos x Páginas

Outra coisa que movimenta muito as redes são as comunidades e suas variações. Comunidades são, de certa forma, uma maneira de as pessoas identificarem-se com outros membros que possuam gostos semelhantes e discutir assuntos pertinentes ao assunto ao qual ela é relacionada.

No Orkut você possui apenas a opção de comunidades que apresentam uma página principal com imagem e informações e uma parte voltada para o fórum e eventos dela. A seção de enquetes costuma movimentar a comunidade um pouco menos do que os debates do fórum. Você pode acessar suas comunidades a partir da interface principal do aplicativo.

Comunidades no Orkut

O Facebook possui duas modalidades de “comunidades”: os grupos e as páginas. Em aparência ambos são semelhantes, o que difere é a natureza da função e as informações presentes em cada um deles. Grupos, assim como as comunidades, são movimentados por fóruns e dados pertinentes ao assunto.

Grupos no Facebook

As páginas funcionam como um perfil, porém são voltadas para empresas, filmes, séries, etc. Você pode se tornar fã de uma página e acessar seu conteúdo, além de receber em seu mural informações sobre o assunto central para o qual ela é voltada e suas atualizações. As páginas também são uma forma de empresas e pessoas famosas disponibilizarem algo sobre elas e não precisarem adicionar milhares de desconhecidos em seu perfil pessoal.

Páginas no Facebook

Você pode acessar as páginas de que é fã na seção “Info” da página de perfil do Facebook. Os grupos possuem, por padrão, um atalho na página inicial ao lado esquerdo, mas também podem ser acessados na parte de “Info” do perfil.

Privacidade

Não há como manter total privacidade se você está cadastrado em uma rede social, entretanto, é possível não “escancarar completamente” suas informações para todo e qualquer desconhecido que a acessa. Nesse quesito, o Facebook está muito à frente do Orkut.

No Facebook, se você não faz parte da rede de amigos de determinado usuário, tudo o que você pode ver é a miniatura da foto do perfil e informações bem básicas, além de fotos de álbuns abertos a todos.

No Orkut, embora as opções de privacidade tenham melhorado bastante, permitindo bloquear recados, vídeos e fotos e tudo o mais que estiver preenchido, comunidades e amigos estão abertos aos olhos de qualquer um.

Segurança

Neste quesito, embora haja diferenças, você nunca pode confiar 100% em um ou outro. As redes sociais, devido a movimentarem uma grande fatia dos usuários da internet são alvos constantes de pessoas mal-intencionadas. Aqui fica a velha dica: clique apenas no que você confia e procure não abrir links de fontes duvidosas.

E, finalmente…

Não há como dizer que uma rede é melhor do que a outra, pois gosto é algo realmente muito pessoal e extremamente diferente de uma pessoa para outra. Entretanto, o Facebook é deveras mais sério do que o Orkut e os usuários dele também costumam fazer com que essa afirmação seja verdadeira. Além disso, o Facebook possui mais opções de aplicativos e as páginas que, são um grande diferencial.

O Orkut, por outro lado, preocupa-se mais com detalhes na aparência (como o tema) e possui como principais diferenciais a exibição de visitas no perfil, para que você saiba quem “andou olhando sua página” e os depoimentos, que são coisas mais voltadas para “exibir o afeto por seus amigos”.

Até a próxima!

E você, usuário, conhece ou utiliza as duas redes? Conte-nos suas experiências sobre as diferenças destas redes e pontos positivos e negativos delas.


Leia mais no Baixaki: www.tecmundo.com.br                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       

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TROLL – INTERNET

 

Imagem que representa o jargão: "Não alimente os trolls."

Um troll, na gíria da internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas. O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for suckers (lançando a isca para os trouxas), identificado e atribuído ao(s) causador(es) das sistemáticas flamewars e não os trolls, criaturas tidas como monstruosas no folclore escandinavo.

O comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta, uma mais-valia das sociedades civilizadas. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais. Porém, independentemente da reação das vítimas da trollagem, o comportamento do troll continua sendo prejudicial ao fórum, pois o debate ou degenera em bate-boca ou prossegue sendo vandalizado pelo troll enquanto este tiver paciência ou interesse de atuar.

Há várias sistemáticas desenvolvidas por trolls para atuar num fórum de Internet, entre elas:

Jogar a isca e sair correndo: consiste em postar uma mensagem de polêmica grande já esperando uma grande reação de cadeia e flame war. Porém o troll não se envolve mais na discussão, some após a mensagem original e se diverte com a repercussão. Uma forma mais branda é postar noticias polêmicas (às vezes mensagens não-verídicas) só para observar a reação da comunidade.
Induzir a baixar o nível: alguns trolls testam a paciência dos interlocutores, induzem e persuadem a pessoa a perder o bom senso na discussão e apelar para baixaria e xingamentos. Com isso, o troll “queima o filme”, consegue que a pessoa se auto-difame na comunidade por ter descido a um nível tão baixo.
Repetição de falácias: outro método usado que induz ao cansaço, aqui o troll repete seu conjunto de falácias até que leve seu interlocutor à exaustão, alegando depois ter vencido a discussão após o abandono do oponente.
Desfile intelectual: um troll pode ter um bom nível intelectual, vocabulário sofisticado diante de outros discursantes, desfilar referências e contradizer os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa, muitas vezes expondo-os ao ridículo e questionando sua formação educacional.

Motivações
Alguns trolls se destacaram mais do que os outros como o grupo do ‘over’ O que motiva um troll a agir geralmente são: auto-afirmação, ideologia, fanatismo, sacanagem ou simplesmente ociosidade. Em entrevistas na Usenet, trolls famosos confessaram que buscavam apenas um pouco de atenção e combater o tédio do cotidiano. A maioria deles também portava alguma característica mal-resolvida de personalidade, como trauma, fracasso financeiro e amoroso e até patologias psicológicas.

Grupos
Alguns trolls simpatizantes por determinado assunto agem em grupo, muitas vezes numerosos. Dentro desse grupo alguns tem papel na argumentação, outros na ridicularização e outros apenas na concordância, intimidando o adversário emocionalmente e quase sempre o levando a abandonar a discussão. É muito difícil combater trolls em grupo, sendo um Moderador necessário para banir todos em caso de persistência.

Em certos fóruns esses indivíduos podem ser forjados por uma única pessoa, respondendo por várias pessoas virtuais diferentes para embasar sua própria opinião ou discutir consigo mesmo. Esse recurso é conhecido como clone e sua eficácia depende da eficiência do Moderador de um fórum que pode facilmente identificar clones por números IP.

Há casos de um moderador se aliar a um grupo de trolls e atraírem vítimas a expor a sua opinião e discordância aos temas debatidos mas que logo em seguida são massacrados por todos. Isso gera o sentimento de satisfação a todos da comunidade. Esse fenómeno é recente e actualmente observado em blogs e comunidades do Orkut, onde os moderadores/autores actuam por meio da intolerância, preconceito e provocação (disfarçados de opinião) e junto formam um elo comunitário de auto-afirmação.

Processo
Como descrito por Robert Bond em The International Review of Law, Computers & Technology (Revisão Internacional da Lei, Computadores e Tecnologia), trolls frequentemente demonstram um comportamento padrão:

O artigo ‘The Art of Trolling’(A Arte de um Troll), publicada na web, considera que um “troll” não é um monstro rabugento que vive embaixo de uma ponte abordando passantes, mas mais alguém que posta sua opinião com a intenção de produzir um grande volume de respostas levianas. O conteúdo de uma postagem de um troll costuma atingir diversas áreas. Pode consistir numa aparente contradição tola do senso-comum, uma ofensa deliberada aos leitores ou um largo pedido para postagens sequenciais.

Combate
Antigamente acreditava-se que para combater trolls de forma eficiente, aos usuários e frequentadores de comunidades havia uma regra eficiente: Não alimente os trolls. (do inglês Don’t feed the trolls). Significava ignorar completamente alguém que se comporta como troll mesmo que a vontade de responder seja grande, para que ele morra por inanição. O fundamento dessa regra vem do fato de que se você discute com um troll, então ele já ganhou de você. Como um troll precisa de atenção para obter prazer e ser bem sucedido, ignorando um troll os usuários não apenas intimidariam seu ato como também provocariam profundo desgosto e frustração nele. O problema é que, quanto maior o quórum da discussão, mais difícil de se realizar essa tarefa, pois em qualquer grupo de debate sempre haverá alguém que responda ao troll. Mesmo que ninguém responda, nada é mais fácil do que convocar um segundo troll para discutir. Recentemente tornou-se comum observar a invasão de fóruns por grupos de trolls em que alguns “defendem” um ponto de vista e outros “defendem” o ponto de vista oposto apenas para baixar o nível da discussão, utilizando-se de argumentos estereotipados, falaciosos ou ofensivos.

Aos internautas sem poder de moderação, cabe apenas colaborar com a moderação indicando a atuação dos trolls e solicitando providências. Se a moderação não atuar adequadamente, o melhor é simplesmente abandonar o ambiente, pois a presença de trolls põe em xeque a credibilidade do blog ou da comunidade. No Orkut é inútil denunciar trollagem à equipe do site, pois não são tomadas providências pela Equipe Orkut nem mesmo nos casos de comunidades criadas especificamente para organizar ataques de trolls contra outras comunidades.

Aos moderadores de blogs, fóruns e comunidades, cabe evitar que um troll provoque estragos usando os poderes de moderação. As recomendações gerais são as seguintes:

-Estabelecer regras de comportamento simples e claras, postadas em local bem visível para que não possa ser alegado seu desconhecimento.
-Vigiar o conteúdo das mensagens para se certificar que nenhum direito está sendo violado.
-Cortar pela raiz comentários provocativos, banindo temporária ou permanentemente os autores e alertando frequentemente os comentaristas de boa fé para não alimentar os trolls.
-Ignorar ameaças (morte, processo) e agir friamente em face de um clima desestabilizado.
-Não deixar se envolver ideologicamente contra a opinião do troll, pois isso leva à geração de novos trolls que discordam do anterior e têm respaldo da moderação. Isso abala a credibilidade do próprio fórum.
-Fazer checagem de IP para certificar-se que não há clones.
-Não costuma ser muito eficiente, mas pode-se dar um ultimato a um grupo de trolls quando esses começarem a passar dos limites. Não se deve hesitar em expulsar os trolls em caso de reincidência.
-Deletar todas as mensagens dos trolls pode afastar contribuidores legítimos apenas levantando pontos de polêmica na comunidade. Por outro lado, não deletar pode gerar o efeito de “busca de troféu” em que trolls invadem um espaço mesmo sabendo que serão expulsos apenas para deixar sua marca. A aplicação de uma ou outra estratégia deve ser analisada caso a caso. O ideal é se instaurar uma política de flood e posts ofensivos nas regras.
-Finalmente, há que se lembrar que a própria moderação pode ser composta ou infiltrada por trolls, caso em que só resta abandonar o ambiente.

Temas
Há muitos temas que são campo de atuação de trolls. No início do fenômeno na Usenet era observado embates de opinião sobre tecnologia: computadores, sistemas operacionais e empresas de tecnologia e até hoje esse é um grande motivador aos nerds e geeks que habitam comunidades. O termo nasceu nesse meio e ainda é mais conhecido e propagado nele.

Em fóruns mais generalistas, a discussão política e de temas polêmicos é muito grande movimentando grande números de pessoas e opiniões. Atualmente o fenômeno pode ser constatado no Orkut, especialmente em comunidades de cunho político, como Direitos Humanos, Liberalismo e Marxismo. Há também um fenômeno de trolls que se unem em ideologias condenáveis e criminosas, como suporte ao nazismo, racismo, homofobia, abuso sexual de menores e difamação à mulher.

Há também em menor quantidade movimentos trolls de religião, medicina, cinema e música (mais especificamente Rock).

Trolls em diferentes tipos de mídia

A par da evolução das técnicas de trolling, também as contramedidas evoluíram.

Usenet – uma forma típica é o spam ou crossposting. Aqui o troll desrespeita regras de etiqueta importantes do grupo de discussão, sejam elas quais forem. De facto, existem grupos onde medidas drásticas tiveram que ser tomadas para limitar estes abusos;
Lista de discussão (a.k.a. mailing list) – facilmente controlável, uma vez que são administradas e o troll pode ser banido (bloqueado);
Fóruns – locais de discussão, por vezes intensa (sem necessariamente envolver trolls), é possível em alguns sistemas moderar o troll através do trabalho eficiente da moderação. Geralmente em fóruns são facilmente reconhecidos por suas atitudes, entre elas podemos citar: Uma de suas características em discussões em fóruns e postar ofendendo pessoas que ele não conhece, falando coisas do tipo “quem usa Sistema operacional XXX é bixa escrota” ou “essa música é de viaddos escrotos” e ainda “tem que ser um um doente retardado para comprar um placa de vídeo de não sei quantos mil reais”. Esses são alguns exemplos entre outros arroubos de recalque extremo. Em fóruns onde existe pontuação de usuários geralmente eles tem poucos pontos. ;
Wikis – espaços de edição colaborativa, onde por vezes surgem conflitos difíceis de detectar: se um dos intervenientes é um troll ou se tem apenas uma opinião divergente. Nestes sistemas, o troll tende a tentar desacreditar a cadeia de poder (administradores, por exemplo), e posteriormente fazer-se de vítima, quando desmascarado;
Weblogs – nestes locais de livre expressão de opinião, o troll costuma deixar mensagens provocadoras, ou difamatórias. A facilidade da interligação entre diferentes weblogs contribui para o crescimento do troll. Num fenômeno mais recente, existem agora Blogs Trolls onde os autores atiçam desconhecidos a opinar e os massacram com sua comunidade de apoio (outros comentaristas).
IRC – outro meio de comunicação antigo, onde o troll se diverte através de uma grande variedade de técnicas, a desrespeitar as regras de etiqueta pré-estabelecidas. Neste meio pode ser banido ou expulso do canal (sala), ou mesmo do servidor, em casos mais graves.
Orkut – Através da criação de perfil falso, o troll semeia o caos e a discórdia nas comunidades, quebrando toda e qualquer etiqueta. Só resta então à moderação expulsá-lo. Os trolls que usam perfis verdadeiros geralmente atraem muito ódio em seus perfis e passam a ser difamados na rede. Existem alguns grupos de trolls, como o antigo grupo “The invaders” e os “homens de bem”, que têm várias comunidades polêmicas. Outros atacam comunidades relacionadas a religião ou ateísmo, desrespeitando seus membros.
Last.fm – Nesse site o troll costuma zombar das pessoas que ele considera que não tem um “bom gosto” musical ou escrevem coisas que a seu ponto de vista são “embaraçosas”, atacando nas páginas dos artistas ou perfis pessoais. Geralmente, a moderação costuma banir casos mais extremos.
Público (jornal) – Na versão online do jornal público a maioria dos comentários são feitos por “trolls” que deturpam a notícia de acordo com a sua visão distorcida da realidade. Uma das características mais interessantes dos trolls do jornal público é o facto de a noticia não ser relevante para o seu comentário, sendo que inevitavelmente acabam por falar sobre ortografia, comunismo, fascismo, racismo.
Arca de Noé (forum) – No fórum de discussão sobre animais Arca de Noé existem comentário feitos por trolls fanáticos dos direitos dos animais que costumam transformar “posts” sobre adopção ou aquisição de animais de raça em batalhas sobre os direitos dos animais. Os trolls podem também transformar “posts” sobre namoro ou acasalamento em batalhas sobre adopção de gatos abandonados sem qualquer respeito pelo objectivo inicial do tópico.
Immaculatte (forum) – No fórum de discussão sobre a cantora Madonna, um usuário intitulado “Dona Maria” utilizava insistentemente o assunto estupro para causar reações enérgicas dos outros usuários, postando vídeos, fotos, contos, relatos, causando dor, medo, espanto, mal estar entre outros sentimentos negativos para com os outros usuários. O mesmo chegou a ser banido, mas voltando com outros nicknames, tais como “Dona Maria 2, Maria Adelaide, Maria do Recreio, Maria do Pillar, Maria Quitéria.

Fonte:

Wikipédia

REDES SOCIAIS = PRIVACIDADE VIOLADA?

Publicado por Felix on 1/ago/2010 in Midias Sociais

A preocupação com a privacidade aumenta a cada dia, aqui mesmo já comentei quando a Google liberou o plugin para desativar o analytics para que nossos dados não sejam enviados a eles quando visitamos algum site que faça uso dessa ferrameta de webanalytics. Além disso, têm-se visto diversas discussões sobre a política de privacidade do Facebook, ou mesmo os usuários do Twitter que protegem seus posts. Tudo isso sempre batendo na mesma tecla: privacidade

Vamos pensar em algumas das redes sociais mais populares na atualidade: Diversos usuários usam o Twitter para atualizar praticamente em tempo real tudo o que fazem; como por exemplo: quando saem de casa para trabalhar, horário de almoço, quando estão no colégio/faculdade e quando voltam para casa. Com a possibilidade de integrar esta rede social ao Foursquare não é difícil saber onde este mesmo usuário mora, trabalha e estuda, além claro de ter de bônus informações de quais os locais que esta pessoa gosta de frequentar em seus momentos de lazer, férias, ou mesmo viagens de negócios. Só estas duas redes sociais já podem de certa forma comprometer a privacidade so usuário; somadas então ao Orkut e/ou Facebook deixam publicamente informações sobre sua família, amigos e demais dados que por vezes nem imaginamos.

É noticia nada atual de que ladrões estão cada vez mais procurando suas vítimas através da internet. Antes seria necessário ao criminoso que este saísse da comodidade de seu lar para vigiar sua (sic) “presa”, hoje não mais. Tudo pode ser feito virtualmente.

Alguns usuários preocupados com a forma com que outros estavam compulsivamente compartilhando todas suas informações pessoais na rede, expondo-se de forma desnecessária e colocando a si próprios ou membros de suas famílias em risco, puseram no ar o site Please Rob Me, que pode ser traduzido como “Por favor, me roube” onde eram informadas residências que poderiam ser potenciais alvo de assaltantes devido a seus proprietários revelarem publicamente que não estavam lá, seja em viagem, a trabalho, etc… Todas estas informações assim, livres na rede para quem quiser ver.

Claro que não devemos ser paranóicos quanto a redes sociais. Seu uso já é comprovadamente mais do que benéfico: negócios são fechados, pessoas são contratadas, empresas contratam, compras e vendas se concluem, propaganda, etc. Há inclusive redes sociais muito específicas, um bom exemplo é o Linkedin, onde profissionais oferecem seus serviços e empresas os recrutam.

Há algum tempo inclusive fui entrevistado pela @brunadess a respeito de privacidade na internet. As principais medidas sempre têm que serem tomadas por parte do usuário, termos consciência de quais informações disponibilizamos na internet. Estranho que ensinamos tanto a nossos filhos que não se deve falar ou abrir a porta de casa para estranhos, mas nós mesmos abrimos todas nossas portas a todo o mundo publicando tantas informações na web.

Até pouco tempo atrás era necessário ser um hacker como Kevin Mitnick e usar de estratégias de Engenharia Social para obter certas informações, hoje, algumas contas em redes sociais, saber usar os mecanismos de busca e com um pouco de paciência, é possível ter todo um histórico de seu dia a dia, por isso fica a dica: cuidado antes de publicar qualquer informação pessoal ou profissional na rede.

Fonte:

ASF

INTERNET

Setembro 12, 2010 – 08:42

Orientação é não expor vida pessoal na internet

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Mesmo sendo considerada uma vitrine pessoal e profissional, muitas pessoas esquecem que a mensagem postada ou a foto enviada aos sites de relacionamento podem ser vistas por outros milhares de internautas.

Palavrões, fotos abusivas ou brigas já foram motivos de sentenças judiciais e demissões por justa causa.

Por conta disto, Eric Messa, professor de comunicação em mídias sociais faz o alerta para quem quer ser visto.

“Nunca se esqueça que é uma ferramenta pública de comunicação. As conversas nas redes sociais devem ser restritas e com postura, sempre. Os mais jovens se esquecem que aquilo postado hoje, pode dar uma repercussão daqui a 10 anos. Dados digitais podem rodar o mundo, perdendo o controle de domínio”, disse.

Consultores da área de internet recomendam ainda que as pessoas evitem expor intimidades muito pessoais, não entrem em comunidades preconceituosas, escrevam o português correto ou usem indevidamente a rede social no ambiente de trabalho — com comentários críticos à empresa, por exemplo. Palavrões, mentiras, ou, simplesmente, não ter perfil em nenhuma rede social são pontos considerados.

Fonte:

O VALE